Mostrando postagens com marcador ENERGIA SOLAR. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ENERGIA SOLAR. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Energia solar residencial: tipos de sistema, vantagens e como fazer acontecer

Energia fotovoltaica ou térmica? Entenda tudo sobre as diferenças entre elas e saiba o tipo mais adequado ao seu caso

Apesar de o carvão ser, de acordo com o Ministério do Meio Ambiente, uma das fontes de energia mais utilizadas quando se trata de procurar alternativas à utilização do petróleo, ele é, ainda, um recurso de origem fóssil, sendo assim alternativa não renovável e que contribui com a poluição (sua queima libera para a atmosfera o gás carbônico - CO2 - principal gás do efeito estufa). Assim, buscando unir eficiência energética e baixos impactos sobre o planeta, têm-se buscado cada vez mais a utilização de energias renováveis (também chamadas de energias alternativas), como eólica, hidráulica, biomassa, solar e geotérmica. Nesse meio, a energia solar tem se destacado e sendo cada vez mais explorada, tanto para geração no ramo empresarial quanto em sistemas residenciais.

O que é a energia solar?

A definição de energia solar é a energia eletromagnética, cuja fonte é o sol. Por esse motivo, é considerada uma fonte de energia sustentável e limpa, que não produz resíduos para além dos componentes do kit, e traz benefícios ambientais no que diz respeito à redução de emissões de gases de efeito estufa, reduzindo assim a pegada de carbono do consumidor final.
Ela pode ser transformada em energia térmica ou elétrica e aplicada em diversos usos. As duas principais formas de aproveitamento da energia solar são a geração de energia elétrica e o aquecimento solar de água.
Para a produção de energia elétrica através da energia solar, são usados dois sistemas: o heliotérmico, em que a radiação é convertida primeiramente em energia térmica e posteriormente em elétrica (utilizada principalmente em usinas, o que faz com que não seja abordada nessa matéria); e o fotovoltaico, em que a radiação solar é convertida diretamente em energia elétrica. Já a energia solar térmica é obtida pela captação da radiação eletromagnética e sua transformação em calor (energia térmica), que não é transformado em energia elétrica posteriormente, como acontece no sistema heliotérmico.
Abaixo você poderá encontrar um resumo das características e diferenças entre os dois principais tipos de energia solar residenciais: a energia fotovoltaica e a de aproveitamento térmico.

Energia fotovoltaica

A energia fotovoltaica tem como conceito a geração de energia elétrica de forma não convencional, ou seja, através da radiação solar, sem que esta precise passar pela fase de energia térmica (característica do sistema heliotérmico), sendo essa a principal diferença entre a energia fotovoltaica e as demais energias solares.
Assim como no heliotérmico, no sistema de energia solar fotovoltaica existem vários modelos de coletores (ou painéis solares), que apresentam maior ou menor eficiência energética. Os mais comuns são os monocristalinos, policristalinos e os de filme fino.
Os principais componentes de um sistema de energia fotovoltaica são os painéis, aestrutura de suporte, os controladores de cargainversores e baterias.
Lembre-se de garantir que os componentes utilizados tenham a certificação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), que realizou a implementação da Portaria n.º 357 em 2014, com o objetivo de estabelecer regras para os equipamentos de geração de energia fotovoltaica.
O tempo de retorno do investimento, no sistema fotovoltaico é variável, e depende da quantidade de energia que o imóvel demanda. Apesar disso, a vantagem do sistema caseiro é quanto o usuário poderá economizar: uma vez atingido este tempo de retorno, a conta de energia não precisará mais ser paga. Energia do sol se transforma em eletricidade “grátis”! Uma boa grana pode acabar indo para a poupança em vez de ser gasta sem trazer muitos benefícios.
Como funciona?
Painéis ou placas solares são sistemas de microgeração de energia compostos por células fotovoltaicas. Um conjunto de painéis forma um módulo solar. As células fotovoltaicas (ou células solares) são feitas a partir de materiais semicondutores (normalmente o silício). Quando a célula de uma placa é exposta à luz e capta sua energia, parte dos elétrons do material iluminado absorve fótons (partículas de energia presentes na luz solar).
Os elétrons livres são transportados em fluxo pelo semicondutor até serem puxados por um campo elétrico. Este campo elétrico é formado na área de junção dos materiais, por uma diferença de potencial elétrico existente entre esses materiais semicondutores. Os elétrons livres são levados para fora da célula solar e ficam disponíveis para serem usados na forma de energia elétrica.
Ao contrário do sistema heliotérmico, o sistema fotovoltaico não requer alta irradiação solar para seu funcionamento. Contudo, a quantidade de energia gerada depende da densidade das nuvens, de forma que um número baixo de nuvens pode resultar em uma maior produção de eletricidade em comparação a dias de céu completamente aberto, devido ao fenômeno da reflexão da luz solar.
A eficiência da conversão é medida pela proporção de radiação solar incidente sobre a superfície da célula que é convertida em energia elétrica. Atualmente, as células mais eficientes proporcionam 25% de eficiência.
Segundo o Ministério do Meio Ambiente, o governo atualmente desenvolve projetos de geração de energia fotovoltaica para suprir as demandas energéticas das comunidades rurais e isoladas. Estes projetos focam algumas áreas como: bombeamento de água para abastecimento doméstico, irrigação e piscicultura; iluminação pública; sistemas de uso coletivo (eletrificação de escolas, postos de saúde e centros comunitários); atendimento domiciliar.
Há ainda dois tipos diferentes de sistemas fotovoltaicos: os conectados à rede (on-gridou grid-tie) ou os isolados da rede (off-grid ou autônomos). Uma das principais diferenças entre eles é a composição do kit, sendo que o primeiro não possui dispositivos para armazenamento da energia, ou seja, dispensa o uso da bateria (onde a energia é comumente armazenada em sistemas off-grid) e do controlador de carga. Outra diferença importante entre eles é que o primeiro precisa, necessariamente, estar conectado à rede convencional de distribuição de energia, enquanto o segundo não, podendo ser instalado em regiões mais remotas.
Para os sistemas conectados à rede (on-grid), há a Lei 10.438/02, que prevê benefícios econômicos na forma de créditos de energia àqueles que produzirem em sua própria residência mais energia do que ela demanda, ou seja, uma economia imediata no dinheiro que seria referente ao pagamento da conta de energia elétrica para os meses em que a residência gerar menos energia do que ela precisa.
Infelizmente, ainda há poucos incentivos e linhas de financiamento desse tipo de energia no Brasil, que ainda são de difícil acesso e pouca aplicabilidade. Espera-se que, com a subida do consumo de sistemas de energia fotovoltaica, surjam novos incentivos, mais aplicáveis e acessíveis à habitação comum.

Aproveitamento térmico

Outra forma de aproveitar a radiação solar é o aquecimento térmico. O aquecimento térmico a partir de energia solar pode ser feito por meio de um processo de absorção da luz solar por coletores, que são normalmente instalados nos telhados (rooftop) das edificações, condomínios, residências dentre outras construções.
Como a incidência de radiação solar sobre a superfície terrestre é baixa, é necessário instalar alguns metros quadrados de coletores. Cada modelo de coletor (que pode ser plano aberto, fechado, ou tubular à vácuo), possui uma eficiência energética característica, e pode aquecer a água a temperaturas específicas. Sendo assim, há sempre um modelo mais indicado, dependendo da intenção de aplicação da água aquecida (que pode ser para banhos, piscinas, aquecimento de ambientes, dentre outros).
Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), para atender o suprimento de água aquecida em uma residência de três a quatro moradores, são necessários 4 m² de coletores. Apesar da demanda por esta tecnologia ser predominantemente residencial, também existe o interesse do setor comercial, como edifícios públicos, hospitais, restaurantes, hotéis, e outras empresas, sejam de grande ou pequeno porte.
O tempo de retorno do investimento em energia solar térmica tende a variar, acontecendo geralmente em um intervalo que vai de 18 a 36 meses. A vida útil de um aquecedor solar é estimada por volta de 240 meses, fazendo com que o sistema seja bastante vantajoso e econômico.
Como funciona?
O princípio de funcionamento do aproveitamento térmico através da energia solar é mais simples: a superfície do painel possui aletas feitas de cobre ou alumínio, comumente pintadas de uma cor escura para maior absorção da radiação solar. Assim, estas aletas captam essa radiação para então transformá-la em calor. O calor é absorvido pelo fluido presente no interior dos painéis (geralmente a água), que é em seguida transportado por bombeamento através de tubos isolados, até que chegue ao depósito de água quente (reservatório térmico ou boiler).
O depósito de água quente é composto por material isolante, que impede o resfriamento da água, permitindo que seja fornecida água quente mesmo em períodos sem sol, como à noite.
Há ainda um sistema auxiliar de aquecimento (que pode ser elétrico ou a gás), que atua garantindo que haja água quente mesmo nos momentos em que a radiação solar não é suficiente para aquecê-la completamente.

Quais são os prós e os contras da energia solar?

A energia solar é considerada uma fonte de energia renovável e inesgotável. Ao contrário dos combustíveis fósseis, o processo de geração de energia elétrica a partir da energia solar não emite dióxido de enxofre (SO2), óxidos de nitrogênio (NOx) edióxido de carbono (CO2) - todos gases poluentes com efeitos nocivos à saúde humana e que contribuem para o aquecimento global.
A energia solar também se mostra vantajosa em comparação a outras fontes renováveis, como a hidráulica, pois requer áreas menos extensas do que hidrelétricas. A energia solar é também de instalação rápida e é um sistema totalmente silencioso.
O incentivo à energia solar no Brasil é justificado pelo potencial do país, que é um excelente mercado para este setor energético por possuir grandes áreas com radiação solar incidente e está próximo à linha do Equador. Além disso, de acordo com o GBC Brasil (Green Building Council), uma outra vantagem da instalação da energia solar é a valorização imobiliária (imóveis sustentáveis se valorizam em até 30%).
As regiões semiáridas do nordeste brasileiro são ideais para a geração de energia heliotérmica, pois atendem às condições de alta irradiação solar e baixa pluviosidade.
A não dependência da alta irradiação é uma grande vantagem do sistema fotovoltaico, o que contribui para que seja apontado como uma outra alternativa.
No caso da energia fotovoltaica, a desvantagem mais frequentemente apontada é sua implantação, que ainda custa relativamente caro. Além do custo, há também a baixa eficiência do processo, que varia de 15% a 25%.
No entanto, outro ponto de extrema importância a ser considerado na cadeia produtiva do sistema fotovoltaico é o impacto socioambiental causado pela matéria-prima mais comumente usada na fabricação das células fotovoltaicas, o silício.
A mineração do silício, assim como qualquer outra atividade de mineração, tem impactos para o solo e a água subterrânea da área de extração. Além disso, é imprescindível que sejam proporcionadas boas condições ocupacionais aos trabalhadores, a fim de evitar acidentes de trabalho e desenvolvimento de doenças ocupacionais. A Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (Iarc) aponta, emrelatório, que a sílica cristalina é cancerígena, podendo causar câncer de pulmão ao ser cronicamente inalada.
O relatório do Ministério de Ciência e Tecnologia aponta outros dois pontos importantes relacionados ao sistema fotovoltaico: o descarte dos painéis deve receber destinação apropriada, uma vez que estes apresentam potenciais de toxicidade; e a reciclagem de painéis fotovoltaicos também não atingiu um nível satisfatório até o momento.
Outro ponto importante é que, apesar do Brasil ser o segundo maior produtor de silício metálico do mundo, perdendo apenas para a China, a tecnologia para a purificação do silício a nível solar ainda está em fase de desenvolvimento.
Portanto, mesmo sendo renovável e não emitindo gases, a energia solar ainda esbarra em empecilhos tecnológicos e econômicos. Apesar de promissora, a energia solar se tornará viável economicamente, apresentando redução no preço apenas com a cooperação entre setores públicos e privados, e com o investimento em pesquisas para o aprimoramento das tecnologias que englobam o processo produtivo, desde a purificação do silício até o descarte das células fotovoltaicas.
FONTE:http://www.ecycle.com.br/component/content/article/69-energia/3336-energia-solar-residencial-como-funciona-fazer-origem-termica-captacao-radiacao-luz-sol-conversao-calor-transformacao-eletricidade-eletrica-fonte-limpa-renovavel-celula-painel-placa-fotovoltaica-paineis-economia-vantagens-desvantagens-quanto-custa-preco-re.html?lb=no

segunda-feira, 6 de julho de 2015

AQUECEDOR SOLAR



Aprenda a construir um aquecedor solar com material reciclável


Garrafas PET e embalagens longa vida são os principais componentes

Aquecer a água aquecida é um costume em todas as camadas da população. Apesar disso, os custos das contas de gás ou de energia elétrica e dos aparelhos necessários para isso são incompatíveis com a situação econômica de muitos brasileiros.
Ao mesmo tempo, em todo o mundo, a consciência de que a reciclagem é fundamental para que o planeta tenha um futuro sustentável é cada vez maior. No interior de Santa Catarina, o técnico em eletromecânica aposentado José Alano criou uma alternativa que contribui para a diminuição dos dois problemas ao mesmo tempo.
A ideia do Aquecedor Solar com Descartáveis é simples: uma tubulação ligada ao reservatório da residência mantém a água circulando por módulos de aquecimento. Estes painéis são construídos com embalagens longa vida pintadas de preto, que retêm o calor do sol. Garrafas PET têm a função de proteger o conjunto de influências externas, como ventos e chuvas, e os canos, também pintados de preto, passam por dentro das garrafas e transferem o calor das embalagens para a água.
  •  
Aquecedor Solar com recicláveis (Foto: Divulgação/Sema-PR)Esquema que demonstra o funcionamento do aquecedor solar com recicláveis (Foto: Divulgação/Sema-PR)
José patenteou o invento para permitir sua utilização livre. "É uma forma de divulgar a utilização do aquecimento solar e quebrar o estigma de que se trata de algo acessível apenas a pessoas de alta renda", diz. "Também foi uma maneira que encontrei de contribuir com a comunidade", completa.
Confira, abaixo, parte do passo a passo para a construção do aquecedor. O processo completo pode ser visto no manual criado por José.
Material:
Os materiais recicláveis devem ser utilizados pós-consumo, mas para evitar a proliferação de microrganismos, lave as embalagens e deixe secar antes de começar o trabalho.
As quantidades especificadas abaixo servem para a fabricação de um aquecedor que supre as necessidades de 4 pessoas.
Itens:

- 240 garrafas PET transparentes de 2 litros. Dê preferência às de formato cônico. Garrafas coloridas não são recomendadas, pois absorvem calor, o que pode prejudicar a eficiência do aquecedor;
- 220 embalagens longa vida de 1 litro;
- 54 metros de tubos soldáveis em PVC de 20 mm;
- 80 conexões T em PVC de 20 mm;
- 1 rolo grande de fita de autofusão;
- 2 litros de tinta esmalte sintética na cor preto fosco;
- 1 rolo de 10 cm para pintura;
- 1 par de luvas;
- 1 estilete;
- 1 tubo de PVC de 100 mm com 70 cm de ;
- 1 martelo de borracha;
- 1 pote com 175 g de cola para PVC com pincel
- 1 arco de serra;
- 1 tábua de madeira com no mínimo 120 mm de comprimento;
- 9 pregos;
- 1 ripa pequena com cerca de 15 cm de comprimento;
- 1 rolo de fita crepe com largura de 19 mm
Modo de fazer:
Aquecedor Solar com recicláveis (Foto: Divulgação/Sema-PR)(Divulgação/
Sema-PR)


1 - Corte o tubo de PVC de 100 mm em duas partes de 31 e 29 cm. Faça uma abertura longitudinal em cada uma delas. Essas medidas servem para a maioria das garrafas PET de 2 litros. Quando os valores forem diferentes, é preciso adaptar o tamanho para que o cano deixe somente a parte de baixo para fora (veja o 2º passo);

Aquecedor Solar com recicláveis (Foto: Divulgação/Sema-PR)(Foto: Divulgação/Sema-PR)


 
2 - Utilize os canos para marcar o local correto onde as garrafas PET devem ser cortadas;



Aquecedor Solar com recicláveis (Foto: Divulgação/Sema-PR)(Foto: Divulgação/Sema-PR)


3 - Descole as orelhas e planifique as embalagens longa vida. Corte a parte já aberta de modo que as caixas fiquem com 22,5 cm de altura;


 
Aquecedor Solar com recicláveis (Foto: Divulgação/Sema-PR)(Foto: Divulgação/Sema-PR)


4 - Faça um corte de 7 cm nos 2 lados da extremidade aberta das caixas;

 
Aquecedor Solar com recicláveis (Foto: Divulgação/Sema-PR)(Foto: Divulgação/Sema-PR)







 
5 - Crie um molde em uma placa de PVC ou outro material duro com as proporções indicadas na figura ao lado;









 
Aquecedor Solar com recicláveis (Foto: Divulgação/Sema-PR)(Foto: Divulgação/Sema-PR)



6 - Utilize o molde para fazer as dobras indicadas ao lado;




7 - Pinte a face lisa de todas as caixas com a tinta preta fosca. Para aproveitar melhor a tinta, coloque as caixas lado a lado e pinte todas de uma vez só, utilizando um rolo;

8 - Fixe os 9 pregos na tábua de madeira, de acordo com as medidas especificadas abaixo. Empilhe as garrafas em grupos de 5 e escolha a medida de corte dos tubos (105 cm ou 100 cm) de acordo com o tamanho da maior fileira. As garrafas de cada grupo devem ter o mesmo tamanho;
 
Aquecedor Solar com recicláveis (Foto: Divulgação/José Alano)(Foto: Divulgação/José Alano)







9 - Isole as extremidades dos canos cortados com a fita crepe de 19 mm. Pinte os canos com a mesma tinta utilizada nas embalagens longa vida;
10 - Corte 5 tubos de 8 cm. Eles servirão para o distanciamento entre as colunas e não devem ser pintados;
Confecção:

Para facilitar o transporte e o manejo, cada barramento deve ser composto por, no máximo, 5 colunas.
1 - Junte, com cola de PVC, as conexões "T" e os distanciadores de 8 cm;
Aquecedor Solar com recicláveis (Foto: Divulgação/José Alano)(Foto: Divulgação/José Alano)





2 - Cole as colunas no barramento superior e encaixe as garrafas PET
Aquecedor Solar com recicláveis (Foto: Divulgação/José Alano)(Foto: Divulgação/José Alano)








Aquecedor Solar com recicláveis (Foto: Divulgação/José Alano)(Foto: Divulgação/José Alano)




3 - Encaixe as embalagens longa vida dobradas dentro das garrafas PET;




Aquecedor Solar com recicláveis (Foto: Divulgação/José Alano)(Foto: Divulgação/José Alano)






4 - Encaixe o barramento inferior nas colunas utilizando apenas uma ripa estreita e o martelo de borracha. Essa medida facilita a manutenção, já que, nestes casos, basta desencaixar os tubos;







 


5 - Vede a primeira garrafa de cada coluna com a fita de autofusão. Isto impede a fuga do calor gerado no interior da coluna e a mudança de posição das garrafas e embalagens longa vida por ação do vento;
Aquecedor Solar com recicláveis (Foto: Divulgação/José Alano)(Foto: Divulgação/José Alano)
Ao fim dos procedimentos acima, você terá construído os módulos responsáveis pela retenção do calor do sol.

A temperatura máxima a que a água chega é de 55 ºC, já que o PVC, material escolhido pelo baixo custo, começaria a amolecer depois disso. A montagem de um aquecedor para 4 pessoas fica em torno de R$ 350. Este valor não inclui o preço das garrafas PET e embalagens longa vida, pois estas devem ser utilizadas somente pós-consumo.
O tempo de vida útil com funcionamento perfeito do aquecedor é de cerca de 6 anos. Segundo José, depois de algum tempo, as garrafas  começam a ficar opacas. Quando isso acontecer pela primeira vez, basta girá-las, já que a parte que fica para baixo não pega sol e, portanto, se mantém translúcida. Já as embalagens e canos podem apenas ser repintados.
FONTE: http://redeglobo.globo.com/globoeducacao/noticia/2013/07/aprenda-construir-um-aquecedor-solar-com-material-reciclavel.html