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quinta-feira, 12 de março de 2015

ATENÇÃO ALUNOS - TRABALHO SOBRE A ÁGUA

PARA OS ALUNOS QUE ESTÃO FAZENDO O TRABALHO SOBRE A ÁGUA
(TEMA: TRATAMENTO DA ÁGUA)

FIZ VÁRIAS POSTAGENS SOBRE O USO DO FLÚOR NA ÁGUA. FAÇAM A LEITURA DAS MESMAS E CONCLUAM PARA A APRESENTAÇÃO DO TRABALHO.

PARA ACESSAR AS POSTAGENS CLIQUE NO MARCADOR AO LADO: FLÚOR

A fluoretação das águas de abastecimento público auxilia a produção natural de dentes mais resistentes.

Os estudos sobre a fluoretação de água para consumo da população, iniciaram-se nos EUA, no início do século passado e hoje é obrigatório o seu uso no Brasil, estabelecido por lei, segundo a Portaria 518 do Ministério da Saúde, de 25 de março de 2004, que estabelece os procedimentos e responsabilidades relativos ao controle e vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade, e dá outras providências.

No site da COPASA ( http://www.copasa.com.br) é possivel obter os resultados das quantidades de análises mês a mês de fluor na rede, desde 2004, sendo que nestas análises a faixa de fluor deve ficar entre 0,6 mg/l e 0,85 mg/l.

Flúor
A origem do flúor, deve-se à dissolução parcial do minério quando da sua passagem nos depósitos que os contém.
O flúor como elemento não é encontrado na natureza; é encontrado apenas na forma de sais, tais como: fluorita ou fluoreto de cálcio, criolita e a epatita.

Fluoretação

Sabe-se que muitas substâncias alimentares essenciais são necessárias à saúde. Desconhece-se muitas vezes certos elementos obtidos da água ou dos alimentos, em quantidades muito pequenas são igualmente importantes. Por exemplo: cada indivíduo necessita por dia cerca de 2 mg de cloro, 6 a 10 mg de ferro, 0,001 mg de iodo (necessário para a atividade normal da glândula tireóide), etc.

Depois de exaustivas polêmicas, o Flúor também foi adicionado a essa lista de elementos essenciais. No tratamento da água para efeitos fisiológicos benéficos, a fluoretação é um preventivo contra a decomposição do esmalte dos dentes que, quando avariado, jamais poderá ser refeito. A cárie dentária ataca 95 entre 100 pessoas e é, sem dúvida, a doença mais difundida.

A fluoretação das águas de abastecimento público auxilia a produção natural de dentes mais resistentes e, com isso, proporciona saúde mais perfeita dos mesmos. A constatação dos efeitos da fluoretação só pode ser possível quando os dentistas estabeleceram o índice CPO (C = cariado, P= perdido, O = obturado). Da comparação dos índices CPO, antes e durante a utilização do flúor para seu efeito preventivo foi possível estabelecer a ingestão ótima de fluoreto. A ação benéfica do flúor ocorrerá com melhores vantagens na sua formação. Processo a longo prazo (12 anos), a aplicação de fluoreto, portanto, não deve ser intermitente e nem sofrer solução de descontinuidade, para que se tenha o efeito desejado.

Provavelmente a ação do flúor acontece por:
1) Aumento da insolubilidade da parte mineralizada do dente, tornando-o mais resistente às bactérias.
2) Concentração maior de fluoretos na cavidade oral e inibição de processos enzimáticos que dissolvem a substância orgânica protética e o material calcificante do dente.
Sua presença torna o meio impróprio ao desenvolvimento de "Lactobacillus acidophillus".

A fluoretação é praticada como um meio de combate às cáries dentárias, sempre que a água de abastecimento apresente concentração de íon fluoreto inferior ao desejável.

Os teores de flúor natural na maioria das águas normalmente é baixo, resultando daí a necessidade de adicioná-lo à água de abastecimento para se atingir a concentração média de 0,75 mg/?, que é aquela comprovadamente capaz de promover algum beneficio na prevenção de cáries de crianças de 0 a 12 anos. A concentração varia de 0,6 a 1,5 mg/?, dependendo da média de temperatura que faz com que as crianças consumam mais ou menos água.

Valores Permissíveis para Flúor segundo a Portaria 518 do Ministério da Saúde :

Valor Máximo Permissível = 1,5 mg/l
Valor Mínimo Permissível = 0,60 mg/l
Valor Máximo Aceitável no QFQA (IQAD) = 1,2 mg/l
Valor trabalhado para 100% no QFQA = 0,6 a 0,85 mg/l

Leia mais: http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-copasa-responde-sobre-fluor#ixzz3UCrRpa3X

FONTE: http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-copasa-responde-sobre-fluor

Dentista diz que flúor faz mal aos dentes e à saúde


O flúor é um vilão para quem quer ter dentes bonitos e saúde perfeita. A afirmativa, que vai de encontro ao que sempre se pensou, é do dentista Olympio Faissol, um dos mais conceituados do Rio. Segundo ele, o uso da substância pode causar manchas esbranquiçadas ou marrons nos dentes. E pior: estudos americanos revelaram, segundo Faissol, que, nas cidades onde a rede de água é fluoretada, existem mais casos de um tipo raro de câncer na medula óssea. Há também registros de enfraquecimento dos ossos, em geral, nos locais onde a água recebe doses de flúor para prevenir cáries na população, principalmente infantil:

- Em New Jersey, a incidência de um tipo pouco freqüente de câncer na medula óssea é quatro vezes maior do que nos estados em que a água não é fluoretada.

No Brasil, existem cerca de 1.200 cidades com distribuição de água fluoretada. Por isso, não há como escapar da ingestão da substância. Faissol, porém, aconselha seus pacientes a evitar, ao menos, a aplicação tópica de flúor:

- A aplicação de flúor faz quem quer. Eu não recomendo, mas a pessoa tem a opção de querer ou de rejeitar a aplicação. O grande problema é a água fluoretada, da qual as pessoas não podem escapar e vão acabar consumindo nas frutas, legumes, bebidas. Esta medicação com flúor em massa leva também aos efeitos colaterais em massa.

Uma das soluções para evitar o uso do flúor e, ao mesmo tempo, as cáries, seria o lançamento, na opinião de Faissol, de campanhas educativas pregando a moderação no consumo de açúcar. Outra alternativa seria, de acordo com o dentista, reunir especialistas e apresentar ao Governo suas opiniões contra a substância:

- O Governo tem que reexaminar a questão - diz.

Para Faissol, o problema do uso do flúor existe há muito tempo, mas nunca foi discutido seriamente. Segundo o dentista, defensores da substância e seus detratores raramente se encontram. Há congressos organizados por um dos grupos para os quais os oponentes não são convidados.

-Em 1992, houve um grande congresso e os defensores do flúor não apareceram. Preferiram organizar um evento para a semana seguinte.

Fonte: O Globo - Rio de Janeiro/RJ
 

Fonte:http://www1.unimed.com.br/nacional/bom_dia/saude_destaque.asp?nt=7949

O flúor na água faz mal à saúde?



A fluoretação da água canalizada é uma recomendação da OMS e do Ministério da Saúde para prevenir as cáries

dente
Foto: odonto-geral
Desde 1945 a saúde pública de diversos países se utiliza da prática da fluoretação da água canalizada, que é a adição de compostos iônicos que contém o elemento flúor na água para prevenção de cáries – tecnologia recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúdebrasileiro. Porém desde o seu advento há controvérsia nos debates entre cientistas e ativistas quanto aos riscos à saúde humana, mesmo nos países desenvolvidos, onde os centros de controle e prevenção de doenças consideram esta prática como uma das dez maiores realizações na área da saúde.
Estudos realizados na área durante mais de uma década indicam que a constante exposição ao fluoreto acima de 4 miligramas por litro pode causar a fluorose dental (manchas esbranquiçadas que afetam o esmalte dos dentes), especialmente em crianças, nos adultos pode estender-se até ao risco de fraturas ósseas, devido ao enfraquecimento pelo flúor, e fluorose óssea, causando enrijecimento das articulações e dores locais.
Entretanto esta acaba sendo uma área de pesquisa bastante complexa, pois o flúor está presente não só na água potável, como em alimentos e produtos de higiene bucal, e outros fatores como a genética podem influenciar na detecção do alvo do problema, já que algumas pessoas podem ser mais suscetíveis que outras aos efeitos do fluoreto.
O flúor na água é absorvido pelo organismo e exerce um efeito preventivo local; em contato com a saliva, adquire um efeito bacteriostático, impedindo a multiplicação dos microorganismos responsáveis pelas cáries, ao menos parcialmente.
tratamento de água
Foto: fotopiratini
No Brasil, a fluoretação da água de abastecimento público é feita com base no heterocontrole, um princípio aplicado ao campo da vigilância sanitária que assegura a adequação do teor de flúor na água e na continuidade do processo de fluoretação, uma vez que a interrupção desta aplicação pode ocasionar na falta de efetividade da prevenção contra as cáries.
Cientistas afirmam que nas últimas décadas a incidência de cáries, principalmente em crianças, está em constante queda, entretanto o número de casos de pessoas mais jovens com fluorose nos dentes cresce nesse mesmo ritmo. Com base nesses dados, a postura de parte dos estudiosos com relação ao questionamento se o flúor na água faz mal, começa a se transformar, passando do conceito de ‘única solução’ para alcançar o ponto de equilíbrio entre a incidência de cáries e a fluorose.
FONTE: http://www.pensamentoverde.com.br/meio-ambiente/o-fluor-na-agua-faz-mal-a-saude/

O FLÚOR FAZ MAL À SAÚDE

O Flúor Faz Mal à Saúde

Dras. Márcia Sgrinhelli e Heloísa Coelho, 
cirurgiãs-dentistas com orientação psicossomática

Países europeus como Suíça, Bélgica, França, Itália, Finlândia, Noruega, Suécia e Alemanha rejeitaram a fluoretação da água porque o flúor é tóxico. A toxicidade crônica ocorre com a ingestão de pequenas quantidades durante longo período cujo efeito mais comum é a fluorose dentária, que provoca manchas no esmalte, dependendo da dose consumida.  A água fluorada em concentrações consideradas ideais associadas a cremes dentais com flúor faz aumentar o risco de fluorose nos dentes permanentes.  Milson  (1977) relata que nas crianças a partir de 2 anos, o flúor em excesso pode afetar a formação do esmalte dos incisivos. Sato relata que “uma das fontes de liberação de flúor é a pasta de dente e quanto mais nova for  a criança, mais pasta ela engole” e quando associada a outras fontes de flúor  também pode causar fluorose. Após a ingestão de qualquer quantidade de fluoreto ele atravessa as membranas celulares e alcança a corrente sanguínea de onde se acumula nos ossos e nos dentes. (Murray 1992). Também pode prejudicar o  cérebro, causando déficits de aprendizagem. (Grandjean, 2006). 
Antes se achava que ao se ingerir flúor este formaria fluorapatita deixando o dente mais resistente à cárie, mas isso não ocorre. No mundo industrializado e desenvolvido, não há diferença de prevalência de cárie dentária, quer se tenha ou não água fluoretada. Pesquisas em muitos países comprovam este fato (EUA, Escandinávia, Nova Zelândia e  Brasil). 
O desejo de mudar a estrutura original do dente, achando que se poderia “criar” um dente melhor do que o natural é devido à  teomania de achar que seria possível criar algo “mais perfeito” que a própria natureza (Criação) e resulta numa total imperfeição. (Jornal STOP nº 71)