quinta-feira, 30 de abril de 2015

QUAL A MANEIRA CORRETA DE MONTAR UM VASO PARA O PLANTIO?





Ter a natureza pertinho de você está cada vez mais difícil com o crescimento urbano desordenado, ainda mais quando as áreas verdes são poucas ou estão distantes. Ter um jardim em casa é o sonho de muita gente, mas para quem mora em apartamento nem sempre isso é fácil. O negócio é usar a criatividade para espalhar vasos bem bonitos pela casa, dando vida a salas, escritórios e até à área de serviço.
Nas varandas, sempre há um jeitinho de fazer nem que seja um pequeno jardim bem colorido, mas para isso, o ideal é você saber como preparar um vaso para o plantio. Sim, porque mexer com a terra é uma delícia e você pode montar seu cantinho verde comprando várias mudas e plantando você mesmo nos vasos. Dessa forma, além de ficar mais em conta, você tem um jardim personalizado.
Além do mais, mesmo quando você compra os vasos já montados, com o passar do tempo é provável que você tenha que replantar as mudas ou mudar a terra para manter a planta saudável. A maneira correta de plantar, no entanto, influencia diretamente a vida planta, desde o momento em que ela é transplantada para o vaso para que pegue com mais facilidade, até o desenvolvimento de suas raízes, quando fica mais forte e bonita. Veja o passo a passo da maneira correta de montar um vaso para o plantio.
Uma forma de não precisar trocar a terra de seu vaso é corrigir sua deficiência em cálcio, você pode fazer isso utilizando o Forth Equilíbrio, veja: plantei.com.br/forthequilibrio
Garanta a drenagem do vaso: a planta precisa de água na quantidade certa e isso vai depender da drenagem – e a drenagem, por sua vez, depende do furo ou furos que o vaso tem. Só que é comum ele acabar entupido pela argila, o que faz com que a água não drene, ficando retida no fundo, e acaba apodrecendo a raiz. Para que isso não aconteça, pegue caquinhos telha e faça uma espécie de casinha sobre o furo, de forma que a água escoe, mas o furo não entupa. Depois, faça uma base de argila expandida ou brita, que também ajudarão para que a drenagem seja correta. Essa base deve cobrir o fundo do vaso.
Você também pode utilizar a manta de drenagem para garantir as melhores condições de sua planta, veja: plantei.com.br/manta
Previna doenças nas raízes: depois dos cuidados com o escoamento da água, coloque por cima uma camada de areia grossa para construção (aquela lavada, de rio. Nunca use areia de praia que tem a salinidade muito alta) ou uma mistura dessa mesma areia, terra vegetal e terra comum. Isso servirá para também garantir um escoamento perfeito, mas também para evitar que algumas doenças apareçam na raiz. A mistura deve ser feita fora do vaso, na proporção de 1:1:1, mas pode ser que haja alguma indicação específica de acordo com a muda que você for plantar. 
Garanta mais nutrientes para a plantinha: na hora em que estiver fazendo essa mistura da terra, adicione um pouco de húmus de minhoca, que funciona como adubo orgânico. Uma boa dica é colocar também um enraizador, que vai ajudar a planta a se desenvolver no vaso. A medida deve ser de acordo com o especificado pelo fabricante e proporcional ao tamanho do vaso.
Um ótimo produto para retenção de água é o Forth Gel, utilize na mistura de sua terra para obter resultados diferenciados, ele tem alta capacidade de reter água e seu efeito dura pelo menos 6 meses, ou seja, a cada nova rega ele vai reter água novamente, mantendo as raízes sempre supridas, veja mais detalhes: plantei.com.br/forthgel 
Coloque a muda: quando colocar a areia lavada ou a mistura no vaso, deixe espaço para a muda. Tire o plástico da muda com cuidado, de forma a não desmanchar o torrão, e coloque-o delicadamente no vaso. O ideal é que o topo do torrão acabe cerca de entre 0,5 cm e 1 cm abaixo da borda do vaso.
Faça a finalização: complete o espaço que sobrou com terra ou o composto orgânico que você fez com o húmus e o enraizador, cobrindo até a borda. A muda deve ficar bem firme, mas não aperte muito a areia, ela deve ficar um pouco fofa. Regue com um regador ou de forma que a água caia bem suave sobre a terra, até que saia pelo furinho. Se a terra se acomodar, complete com mais um pouco. Finalize colocando pedrinhas, folhas secas ou cascas de pinus sobre a terra, além de bonito, isso evita a compactação da terra e ainda ajuda a manter a umidade.

Modo-de-plantar-em-vasos..jpg
Fonte: http://plantei.info/2015/04/29/qual-a-maneira-correta-de-montar-um-vaso-para-o-plantio/

quinta-feira, 23 de abril de 2015

IMAGENS DAS AULAS DE CIÊNCIAS

NAS ÚLTIMAS AULAS DE CIÊNCIAS OS ALUNOS APRENDERAM A USAR O MICROSCÓPIO, VISUALIZARAM AS CÉLULAS DO SANGUE E AS CÉLULAS DO TOMATE.


VEJAM AS IMAGENS























NA ÚLTIMA AULA OS ALUNOS TAMBÉM OBSERVARAM PARTE DA DECOMPOSIÇÃO DO TOMATE ( REALIZANDO  O INÍCIO DA PRÁTICA NÚMERO 04).



RELATÓRIO AULA PRÁTICA (VISUALIZAÇÃO DAS CÉLULAS DO SANGUE -PÁGINA15


TÍTULO: VISUALIZAÇÃO DAS CÉLULAS DO SANGUE    AULA PRÁTICA Nº: 02 
MATERIAL:  
MICROSCÓPIO
LÂMINA PREPARADA COM A CÉLULA DO SANGUE


MÉTODO (PROCEDIMENTO):

-COLOCAR A LÂMINA SOBRE A MESA (OU PLATINA) DO MICROSCÓPIO
-FOCALIZAR A IMAGEM UTILIZANDO OS PATRAFUSOS MACROMÉTRICO E MICROMÉTRICO
-OBSERVAR



ILUSTRAÇÃO:




CONCLUSÃO:

PARA OBSERVAR EM UM MICROSCÓPIO PRECISAMOS DE UMA FONTE DE LUZ. A LUZ PRECISA PASSAR PELO OBJETO A SER OBSERVADO E PELAS LENTES.

PARA FOCALIZAR UM OBJETO NO MICROSCÓPIO TEMOS QUE MOVIMETAR AS LENTES UTILIZANDO OS PARAFUSOS MACROMÉWTRICO E MICROMÉTRICO.


AS CÉLULAS OBSERVADAS SÃO ARREDONDADAS E ESTÃO CORADAS DE ROSA, NÃO OBSERVAMOS O NÚCLEO DA CÉLULA

TEXTO PARTES DE UM MICROSCÓPIO - PÁGINA 14

Partes do Microscópio

 


Lente ocular é constituída por duas lentes que ampliam a imagem formada pelas objetivas e ajusta possíveis deficiências ópticas.

Tubo ou canhão serve de suporte para as lentes oculares.

Revólver ou Óptico utensílio giratório que tem como função portar as lentes objetivas.
Objetivas são um sistema de lentes com diferentes aumentos e seu número varia de acordo com o microscópio.

Braço ou coluna está fixado à base e serve de estruturação para o restante do aparelho de microscopia.

Platina ou mesa serve como apoio para o material a ser observado, possui uma passagem de vidro por onde os raios de luz atravessam e também é dotada de parafusos dentados permitindo o deslocamento do material pela mesma.

Condensador e diafragma são responsáveis pela uniformidade da iluminação e redução ou ampliação da região a ser iluminada.

Lâmpada embutida é a fonte de luz do sistema.

Pé ou base trata-se do apoio e do ponto de fixação do microscópio.

Parafuso macrométrico é um objeto passível de rotação e permite a movimentação vertical da mesa.

Parafuso micrométrico por sua vez é responsável pelos movimentos verticais e sutis da mesa, permitindo aperfeiçoar a focagem.

Charriot é responsável pela movimentação lateral da lâmina em observação, sendo possível analisá-la de forma totalitária


TRABALHO DE PESQUISA - TIPOS DE SOLO PÁGINA 13

O solo é a camada superficial da crosta terrestre, sendo formado basicamente por aglomerados minerais e matéria orgânica oriunda da decomposição de animais e plantas. 

Esse elemento natural é de fundamental importância para a vida de várias espécies. O solo serve de fonte de nutrientes para as plantas, e a sua composição interfere diretamente na produção agrícola.

Entre os fatores que contribuem para a caracterização do solo estão o clima, a incidência solar, a rocha que originou o solo, matéria orgânica, cobertura vegetal, etc. O solo pode ser classificado em arenoso, argiloso, humoso e calcário.

Solo arenoso: possui grande quantidade de areia. Esse tipo de solo é muito permeável, pois a água infiltra facilmente pelos espaços formados entre os grãos de areia. Normalmente ele é pobre em nutrientes.

Solo argiloso: é formado por grãos pequenos e compactos, sendo impermeável e apresentando grande quantidade de nutrientes, característica essencial para a prática da atividade agrícola. 

Solo humoso: chamado em alguns lugares de terra preta, esse tipo de solo é bastante fértil, pois contém grande concentração de material orgânico em decomposição. O solo humoso é muito adequado para a realização da atividade agrícola.

Solo calcário: com pouco nutriente e grande quantidade de partículas rochosas em sua composição, o solo calcário é inadequado para o cultivo de plantas. Ele é típico de regiões desérticas.


Portanto, as características do solo influenciam diretamente na prática da agricultura e no desenvolvimento socioeconômico de um determinado lugar.Porém, é importante destacar que técnicas agrícolas têm adaptado alguns solos para o cultivo, através da introdução de nutrientes.


Outro aspecto que deve ser pontuado é a poluição do solo, que é causada principalmente pelo lixo despejado em lugares inadequados e pelos agrotóxicos utilizados nas plantações.

FONTE: http://www.escolakids.com/o-solo.htm

TEXTO FOTOTROPISMO (AUXINAS) - PÁGINA 12

Auxinas


Os hormônios vegetais – fitormônios - auxiliam no crescimento e desenvolvimento da planta. São produzidos em regiões específicas, migram para as regiões onde suas presenças são necessárias e atuam sobre determinadas células: as células-alvo. Os fitormônios são produzidos no caule, folhas jovens, frutos e sementes em desenvolvimento.

As auxinas são hormônios vegetais que controlam os movimentos das plantas em resposta à luz (fototropismo). Quando uma planta é iluminada de um único lado, as auxinas migram para a região menos iluminada, causando um alongamento celular que tem como consequência a planta se curvando em direção à fonte de luz:

Denominamos fototropismo positivo quando a planta se volta para a luz, como no caso do caule. Raízes tendem a se alongar de forma inversa, oposto à fonte de luz, resultado do fototropismo negativo. 

As auxinas auxiliam ainda no crescimento da planta em resposta à gravidade, fenômeno denominado gravitropismo: raízes crescem no sentido do centro gravitacional da Terra (gravitropismo positivo) e caules, no sentido oposto a ela (gravitropismo negativo). Esses hormônios são, ainda, responsáveis pela formação de raízes adventícias; estimulam o ovário da planta para que se forme o fruto; e inibem as gemas laterais das plantas (dominância apical). Sobre estas últimas, é válido salientar que, ao podar tais regiões, a ausência ou diminuição das auxinas decorrente deste ato promove o crescimento destas - e é baseado em tal princípio que as podas são recomendadas como forma de promover o crescimento da planta.

Uma última aplicação das auxinas diz respeito à abcisão: queda de folhas, flores e frutos mais velhos: a concentração de auxina nestas estruturas diminui com o tempo. Assim, a diminuição do teor desta faz com que surja, na base do pecíolo, uma camada de separação e uma camada protetora, que interrompe o fluxo de seiva e protege o caule após a queda.
Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia


FOTOTROPISMO -PRATICA COM AS CEBOLAS - PÁGINA 11


TÍTULO: Fototropismo (cebola)         AULA PRÁTICA Nº: 1 
MATERIAL:  

Duas cebolas de cabeça
 
 MÉTODO (PROCEDIMENTO):

Colocar duas cebolas para se desenvolver (uma deitada e outra em pé).
Observar o seu desenvolvimento
 
 

 ILUSTRAÇÃO:








  
 CONCLUSÃO:


As auxinas são hormônios vegetais que controlam os movimentos das plantas em resposta à luz (fototropismo). Quando uma planta é iluminada de um único lado, as auxinas migram para a região menos iluminada, causando um alongamento celular que tem como consequência a planta se curvando em direção à fonte de luz:
Denominamos fototropismo positivo quando a planta se volta para a luz, como no caso do caule. Raízes tendem a se alongar de forma inversa, oposto à fonte de luz, resultado do fototropismo negativo.